Anatomia de um milagre

Apenas a manutenção do ímpeto reformista consegue garantir a competitividade e o equilíbrio social suficientes para transformar o país.

Vale a pena reformar. É a conclusão que se pode retirar dos números recentes divulgados para Portugal, e que têm ganho maior dimensão por um comportamento fora do comum do turismo, que vale hoje 7% do PIB e que, em 2016, já terá contribuído de forma direta num mínimo de 1% para o crescimento económico.

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Daniel Deusdado

"Petróleo, não!" Nesta semana já estivemos perto

1. Uma coisa é termos uma vaga ideia de quão estupidamente dependemos dos combustíveis fósseis. Outra, vivê-la em concreto. Obrigado aos grevistas. A memória perdida sobre o "petróleo" voltou. Ficou a nu que temos de fugir dos senhores feudais do Médio Oriente, das oligopolísticas, campanhas energéticas com preços afinados ao milésimo de euro e, finalmente, deste tipo de sindicatos e associações patronais com um poder absolutamente desproporcionado.