Pilotos da Ryanair com base na Holanda associam-se à greve na sexta-feira

Os pilotos da Ryanair com base na Holanda anunciaram hoje, à semelhança dos que estão sediados na Alemanha, que se vão associar à greve de 24 horas agendada para sexta-feira pelos pilotos da Irlanda, Suécia e Bélgica.

Dinheiro Vivo

Os pilotos da Ryanair com base na Holanda anunciaram hoje, à semelhança dos que estão sediados na Alemanha, que se vão associar à greve de 24 horas agendada para sexta-feira pelos pilotos da Irlanda, Suécia e Bélgica.

“Na sexta-feira, 10 de agosto de 2018, os pilotos holandeses da Ryanair não vão trabalhar”, disse, em comunicado, o sindicato dos pilotos holandeses (VNV), que apelou a uma “melhor proteção dos direitos dos trabalhadores”.

Também hoje os pilotos da companhia irlandesa com base na Alemanha anunciaram que vão participar na paralisação.

Segundo o sindicato alemão Vereinigung Cockpit trata-se de uma greve de 24 horas que abrange todos os pilotos contratados pela Ryanair na Alemanha, sendo que decidiram apoiar a greve agendada para pressionarem a administração da Ryanair a aumentar os salários e a melhorar as condições de trabalho.

A companhia de baixo custo informou hoje que não serão realizados 250 voos de 2.400 de ou para a Alemanha face ao anúncio de uma “greve desnecessária” do sindicato alemão Vereinigung Cockpit, que se somam aos 146 cancelamentos previstos inicialmente para três países.

A transportadora acrescentou que os clientes afetados serão informados hoje das opções para os seus voos.

Na semana passada, a Ryanair informou sobre o cancelamento de 104 voos de e para a Bélgica, de uma operação prevista de mais de 2.400, enquanto na Suécia foram cancelados 22 voos de mais de 2.400 viagens agendadas.

A quinta paralisação dos pilotos irlandeses, desde 12 de julho, deixará por realizar 20 de 300 voos planeados, afetando 3.500 passageiros, acrescentou a empresa.

Na semana passada, tripulantes de cabine de Itália, Portugal, Espanha e Bélgica estiveram em greve para reclamar, nomeadamente a aplicação das leis laborais nacionais e não da irlandesa.

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