Gigante chinês do comércio eletrónico fechou 240 mil lojas por venderem falsificações

A Alibaba disse que colaborou na detenção de 1.606 suspeitos

O gigante chinês do comércio eletrónico Alibaba anunciou hoje em comunicado que encerrou um total de 240.000 lojas 'online' das suas plataformas, durante o ano passado, por venderem produtos contrafeitos.

A empresa contribuiu também para a captura de falsificadores, que venderam diretamente imitações num valor conjunto de 4.300 milhões de yuan (545 milhões de euros).

O grupo Alibaba, que se define como uma empresa "comprometida com a batalha contra falsificações e que protege os direitos da propriedade intelectual", disse que colaborou na detenção de 1.606 suspeitos de fabricarem produtos contrafeitos na China, em 2017.

A empresa, que foi fundada pelo magnata chinês Jack Ma, lançou em janeiro passado a iniciativa "Aliança na luta contra as falsificações através do 'big data'", da qual fazem parte 30 empresas estrangeiras.

Ainda assim, a maior plataforma do grupo Alibaba, o Taobao, voltou a ser incluída, na semana passada, na "lista negra" do Departamento de Comércio dos Estados Unidos por vender produtos não originais e violar os direitos da propriedade intelectual.

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