El Corte Inglés impedido de vender artigos de moda, decoração e eletrodomésticos

Para os armazéns, esta "dualidade de critérios" está a afetar o negócio, trabalhadores e fornecedores, pondo ainda em causa as "regras de livre concorrência de mercado".

O El Corte Inglés lamentou esta segunda-feira que os armazéns estejam impedidos de vender artigos de moda, decoração e eletrodomésticos, uma "dualidade de critérios" que defendeu estar afetar o negócio, trabalhadores e fornecedores, pondo em causa as regras da concorrência.

"[...] À luz das novas regras de desconfinamento, as grandes superfícies como os hipermercados, podem vender moda, decoração, têxtil-lar, eletrodomésticos, além da alimentação, ao passo que os grandes armazéns, que são também uma grande superfície, estão impedidos de fazer o mesmo", apontou, em comunicado, o El Corte Inglés.

Para os armazéns, esta "dualidade de critérios" está a afetar o negócio, trabalhadores e fornecedores, pondo ainda em causa as "regras de livre concorrência de mercado".

O El Corte Inglés garantiu estar a "cumprir escrupulosamente" todas as regras e vincou repudiar esta regra "injusta e parcial e que põe em causa os rendimentos de mais de cinco mil famílias".

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.853.908 mortos no mundo, resultantes de mais de 131,2 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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