DefinedCrowd. Tornar as máquinas capazes de nos entender é com ela

Avaliada em mais de 20 milhões de euros, esta startup fornece dados de alta qualidade usados nos assistentes pessoais de eletrodomésticos

Falar com os eletrodomésticos é hoje cada vez menos estranho. Se comprarmos umas colunas da Amazon, as Echo, por exemplo, conversamos com a Alexa, a assistente pessoal inteligente que satisfaz os novos pedidos. Para que esta assistente funcione são necessários milhões de dados. Esta é a missão da DefinedCrowd, startup nascida em agosto de 2015 e fundada por Daniela Braga. IBM, Accenture e Nikon são algumas das empresas que recorrem aos serviços da plataforma portuguesa, avaliada em 25 milhões de dólares (21,5 milhões de euros).

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