Banif desmente categoricamente notícias da TVI

O Banif enviou esta noite um comunicado às redações a desmentir as notícias de perdas para acionistas e depositantes. Leia o comunicado na íntegra.

O Banif - Banco Internacional do Funchal, S.A. ("Banif"), tendo tomado conhecimento da "notícia", apresentada em nota de rodapé durante a emissão do canal televisivo TVI 24, pela qual se referiu, nomeadamente, que "Banif: A TVI apurou que está tudo preparado para o fecho do Banco", "A parte boa vai para a Caixa Geral de Depósitos", "Vai haver perdas para os acionistas e depositantes acima dos 100.000 e muitos despedimentos", "Banif poderá ser intervencionado esta semana" entre outras falsidades, vem desmentir categoricamente tais supostas "informações", que não só não correspondem à verdade como não têm qualquer espécie de fundamento.

Não obstante durante a sua emissão a TVI 24 ter vindo sucessivamente a alterar o teor de tais "notícias" (ainda que sem ter efectuado até ao momento qualquer desmentido formal), o Banif não pode deixar de lamentar profundamente este tipo de jornalismo incendiário e irresponsável, desprovido de fundamento e ao nível do boato, do qual não podem deixar de ser retiradas consequências.

Em linha com a comunicação que efectuou ao mercado em 11 de Dezembro, o Conselho de Administração reafirma que se encontra actualmente em curso, em articulação com as autoridades responsáveis, um processo aberto e competitivo de venda da posição do Estado Português no Banif, no qual se encontram envolvidos diversos investidores internacionais, pelo que qualquer cenário de resolução ou imposição de uma medida administrativa não tem qualquer sentido ou fundamento.

Mais se lamenta que aquele canal televisivo tenha colocado no ar notícias com a gravidade das acima referidas e com as imprevisíveis consequências delas decorrentes sem se ter dignado confirmar o respectivo teor junto das autoridades responsáveis e/ou do próprio Banif.

O Banif não deixará de apurar em sede judicial toda a responsabilidade dos autores de tais "notícias" e dos que contribuíram para a sua propagação, na defesa dos melhores interesses dos seus clientes, colaboradores e accionistas.

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