Vuelta: Simon Yates vence 14.ª etapa e sobe à liderança

O ciclista britânico da Mitchelton-Scott ascendeu este sábado à liderança da Volta a Espanha em bicicleta, ao vencer isolado a 14.ª etapa da prova, com chegada inédita no alto de Les Praeres.

Yates completou em 4:19.27 horas os 171 quilómetros entre Cistierna e Les Praeres, em Nava, onde a meta coincidiu com uma contagem de montanha de primeira categoria, batendo por dois segundos o colombiano Miguel Ángel López (Astana) e o espanhol Alejandro Valverde (Movistar).

O britânico assumiu o comando da prova, com 20 segundos de vantagem sobre Valverde e 25 em relação ao colombiano Nairo Quintana (Movistar), segundo e terceiro classificados da geral individual, enquanto o espanhol Jesus Herrada (Cofidis), anterior líder, caiu para fora dos 10 primeiros.

No domingo realiza-se a 15.ª etapa da Volta a Espanha, na qual participam os portugueses Nelson Oliveira (Movistar), Tiago Machado (Katusha) e José Mendes (Burgos), entre Ribera de Arriba e Lagos de Covadonga, na extensão de 178,2 quilómetros.

Ler mais

Premium

Ricardo Paes Mamede

A "taxa Robles" e a desqualificação do debate político

A proposta de criação de uma taxa sobre especulação imobiliária, anunciada pelo Bloco de Esquerda (BE) a 9 de setembro, animou os jornais, televisões e redes sociais durante vários dias. Agora que as atenções já se viraram para outras polémicas, vale a pena revistar o debate público sobre a "taxa Robles" e constatar o que ela nos diz sobre a desqualificação da disputa partidária em Portugal nos dias que correm.

Premium

Rosália Amorim

Crédito: teremos aprendido a lição?

Crédito para a habitação, crédito para o carro, crédito para as obras, crédito para as férias, crédito para tudo... Foi assim a vida de muitos portugueses antes da crise, a contrair crédito sobre crédito. Particulares e também os bancos (que facilitaram demais) ficaram com culpas no cartório. A pergunta que vale a pena fazer hoje é se, depois da crise e da intervenção da troika, a realidade terá mudado assim tanto? Parece que não. Hoje não é só o Estado que está sobre-endividado, mas são também os privados, quer as empresas quer os particulares.