Virgílio Abreu assume interinamente a direção clínica

Fernando Ferreira antecipou saída da direção clínica. João Pedro Araújo, o eleito de Frederico Varandas para ocupar o cargo, só chega em outubro

O Sporting anunciou esta sexta-feira que "o Dr. Virgílio Abreu assume interinamente a Direção Clínica do Departamento de Futebol", na sequência da saída antecipada de Fernando Ferreira, que não esperará até outubro pela chegada de João Pedro Araújo, o eleito de Frederico Varandas para ocupar o cargo.

Os leões comunicaram ainda que Pedro Pessoa vai assumir a responsabilidade da cirurgia ortopédica do departamento de futebol profissional e que Nuno Oliveira, até à data no futebol de formação, colaborará com o futebol profissional.

Recorde-se que o antecessor de Fernando Ferreira na direção clínica foi precisamente Frederico Varandas, que desde a madrugada de domingo é o novo presidente do clube. Bruno de Carvalho ainda nomeou uma nova equipa médica liderada por Jorge Pimenta, que foi prontamente dispensado por Sousa Cintra.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.