Vieira diz que travou saídas de Rúben Dias e Gedson e promete segurar João Félix

Presidente discursou no arranque dos trabalhos das equipas de formação. Disse que o Benfica quer ser a referência mundial a formar jogadores e que para cumprir o sonho do título título europeu o clube tem de segurar as jovens promessa

Luís Filipe Vieira esteve este sábado presente no arranque dos trabalhos das equipas de futebol de formação do Benfica, no Seixal, aproveitando a ocasião para lembrar num discurso a obra feita no clube desde a sua chegada, com a construção do novo Estádio da Luz e o centro de estágios do Seixal.

"Antes do centro de formação, a história é feita por pessoas. A parte mais difícil de transformar neste clube foi a mentalidade. Era um clube gerido normalmente por quem era eleito, a direção do Benfica, que tinha meia dúzia de funcionários. Era um clube completamente amador. Mudar a mentalidade e profissionalizar este clube foi complicado", referiu, destacando o antigo dirigente Mário Dias, "que ajudou a construir um estádio em 24 meses", e a entrada de Domingos Soares Oliveira.

"Conseguimos chegar até aqui de uma forma que nos orgulha muito. Partimos de um ponto onde não tínhamos crédito e chegámos a um ponto onde somos uma referência em termos mundiais, mesmo em termos de gestão e organização. Só assim foi possível chegar aquele que era um sonho muito importante. Costumo dizer que consigo ou tenho a capacidade de não ver a árvore mas ver a floresta. Uma das árvores que era preciso implementar era o Caixa Futebol Campus. Felizmente para o Benfica houve um grupo de homens para dedicar um bocado da sua vida a esta obra", acrescentou o presidente do Benfica.

O líder benfiquista referiu ainda que um dos objetivos do clube é ser a referência mundial da formação. E nesse sentido deixou algumas novidades. ".Queremos ser a referência mundial da formação. Aquilo que neste momento o Benfica já está a fazer é reter talento. Já retivemos a saída de Rúben Dias que poderá ser o futuro capitão do Benfica, a saída de Gedson e vamos reter a saída do João Félix. A estratégia do Benfica neste momento passa por criar condições de reter o máximo possível de talento para que seja possível concretizar um sonho: se o Benfica quiser lutar a sério por ser campeão europeu terá de passar por jogadores da sua casa, com identidade própria, à Benfica e pela qualidade que têm. Alguns já são campeões europeus e nós, com esta qualidade toda, iremos continuar a construir talento. Com os que estamos a reter, com os que estão para chegar. É preciso é ter audácia e coragem para os lançar e, para isso, temos o treinador Rui Vitória que o faz muitíssimo bem", revelou Vieira

Vieira revelou ainda que uma das suas próximas prioridades é "construir o célebre colégio para os nossos atletas e para fora também": "Numa primeira fase vai ser construído para 650 alunos, numa segunda fase para 800 e numa terceira para 1.200. Isto também tem a ver com uma estratégia internacional. Estamos para fechar um acordo com a Quinta do Álamo que dar-nos-á a capacidade de termos mais seis campos e outra unidade hoteleira. Aí fecha-se um ciclo de investimento no Seixal, a nível de infraestruturas. O único ciclo que não vamos fechar é em termos de capital humano. Aí vamos estar sempre a evoluir e a querer o melhor."

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