Tenista francesa tirou a camisola no US Open e foi punida

Aliza Cornet tinha a camisola ao contrário e aproveitou uma paragem no jogo com Johanna Larsson para... vesti-la bem

A tenista francesa Aliza Cornet causou polémica esta quarta-feira no US Open, ao aproveitar uma paragem no jogo com a sueca Johanna Larsson, para tirar a camisola que vestia por estar ao contrário.

O gesto valeu-lhe uma advertência do árbitro por conduta anti-desportiva, por ter tirado a camisola sem estar sentada na sua cadeira de descanso.

De imediato surgiram acusações ao árbitro de descriminação de género, o que obrigou mesmo a Associação de Ténis dos Estados Unidos (USTA), que organiza o US Open, a emitir um comunicado para explicar que "todos os jogadores podem trocar de camisola quando estão sentadas na cadeira, que não é considerado uma violação da conduta anti-desportiva".

Nesse comunicado é ainda lembrado que "as jogadoras, se assim preferirem, podem trocar as suas camisolas num local mais privado junto ao court, que não será considerado considerado uma paragem para ir à casa de banho".

Cornet acabou por perder com Larsson por 6-4, 3-6 e 2-6 num jogo marcado pelo intenso calor.

Este não é o primeiro caso isólito de troca de equipamento, pois em 2015, no Open do Rio de Janeiro, quando regressava do balneário para disputar o terceiro set frente ao uruguaio Pablo Cuevas, o espanhol Rafael Nadal reparou que tinha os calções aos contrário e teve de tirá-los ali mesmo, junto à sua cadeira, colocando uma toalha à cintura...

Ler mais

Premium

João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.