Presidentes da FPF e da Liga felicitam Frederico Varandas eleito presidente do Sporting

Fernando Gomes deseja "as maiores felicidades, quer pessoais, quer profissionais" ao médico, de 38 anos. Pedro Proença espera que seja "o retomar da estabilidade

O presidentes da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, e da Liga, Pedro Proença, felicitaram este domingo Frederico Varandas pela sua eleição como novo presidente do Sporting Clube de Portugal.

Numa nota colocada no site oficial na FPF, o presidente da FPF saúda Frederico Varandas e deseja-lhe "as maiores felicidades, quer pessoais, quer profissionais, para o mandato", que começará a cumprir na próxima segunda-feira, data da tomada de posse dos novos órgãos eleitos do clube de Alvalade.

Também Pedro Proença, presidente da Liga, fez questão de felicitar o novo líder dos leões. "Desejo o maior sucesso, tanto a nível pessoal como enquanto presidente do Sporting Clube de Portugal, bem como a todos os restantes elementos do novo elenco diretivo. Que este momento signifique o retomar da estabilidade necessária para um clube e uma Sociedade Desportiva fundamentais para o desporto em Portugal e, naturalmente, para o futebol português.»

Frederico Varandas foi eleito o 43º presidente do Sporting, nas eleições ocorridas no sábado, sucedendo a Bruno de Carvalho, que foi destituído do cargo em 23 de junho.

O médico, de 38 anos, foi eleito para um mandato de quatro anos, depois de ter sido diretor clínico do Sporting, entre 2011 e 2018, e desempenhado as mesmas funções no Vitória de Setúbal, entre 2007 e 2011, sendo ainda proprietário de uma clínica de recuperação física.

Frederico Varandas recebeu 42,32% dos votos (8.717 votantes), contra os 36,84% (9.735) alcançados por João Benedito. José Maria Ricciardi teve 14,55% dos votos, superando as listas encabeçadas por José Dias Ferreira (2,35%), Fernando Tavares Pereira (0,9%) e Rui Jorge Rego (0,51%). Foram ainda registados 2,2% de votos em branco e 0,31% nulos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.