MAG esclarece que votos em Madeira Rodrigues serão nulos

O presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Sporting anunciou que os votos por correspondência em trânsito na lista C "serão considerados nulos", face à desistência de Pedro Madeira Rodrigues às eleições do clube.

"Atendendo a que o processo eleitoral está em curso, os votos por correspondência em trânsito que recaírem sobre a Lista C serão considerados nulos e de nenhum efeito", disse Jaime Marta Soares, em comunicado.

O presidente da MAG dos leões esclareceu ainda que a lista C, cuja desistência foi esta quarta-feira recebida e formalmente aceite, "não poderá ser retirada" do voto eletrónico presencial.

Por isso mesmo, Jaime Marta Soares alerta os sócios do clube para o ato eleitoral de sábado, lembrando que o "voto na lista C é considerado nulo e de nenhum efeito".

Pedro Madeira Rodrigues, que concorria à presidência do clube na lista C, anunciou na terça-feira a sua desistência e o apoio ao candidato José Maria Ricciardi, banqueiro que lidera a lista B.

Às eleições do clube concorrem ainda João Benedito (A), Frederico Varandas (D), Rui Jorge Rego (E), José Dias Ferreira (F) e Fernando Tavares Pereira (lista G), num total de seis candidatos.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.