Rui Vitória: "Jonas vai ser convocado"

Brasileiro está recuperado de lesão e pode estrear-se oficialmente esta época, neste domingo diante do Desportivo das Aves

O treinador do Benfica fez a revelação que todos os adeptos do Benfica queriam ouvir na antevisão ao encontro com o Desportivo das Aves, que se realiza este domingo (18.30).

"Jonas vai ser convocado", disse o treinador. Sabe-se que o avançado de 34 anos não joga desde 1 de agosto quando fez 71 minutos no encontro particular com o Lyon no Algarve (derrota por 2-3).

Sobre os minutos que tem planeados para o brasileiro Rui Vitória não se quis alongar: "Não vou dizer, se não o José Mota saberá o que penso. Se está convocado é porque entra nos parâmetros que temos para ir a competição. Tem progredido e entendemos que foi o momento certo para ser chamado. Esperemos que dê resposta. Está parado há muito tempo. Se estamos à espera de rendimento máximo... teremos de esperar um pouco. Está em condições de ser chamado e logo veremos."

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?