Renato Sanches e filho de Weah marcam no mesmo jogo

Bayern Munique venceu o Paris Saint-Germain por 3-1 na cidade austríaca de Klagenfurt com o português a fazer o seu primeiro golo desde... o Polónia-Portugal do Euro 2016

Bayern Munique e Paris Saint-Germain, respetivamente campeão alemão e campeão francês, disputaram este sábado na cidade austríaca de Klagenfurt um encontro de preparação que terminou com o triunfo dos teutónicos por 3-1, tendo ainda sido marcado por dois acontecimentos.

O primeiro diz respeito ao português Renato Sanches que após um empréstimo de má memória aos galeses do Swansea regressou à Baviera e parece ser uma opção a ter em conta pelo treinador Niko Kovac. Foi titular e marcou o segundo golo do Bayern na transformação de um livre direto descaído pela direita.

Veja aqui o golo de Renato Sanches.

O português, que saiu aos 70 minutos, fez o seu primeiro golo desde aquele que marcou no Polónia-Portugal do Euro 2016. Ou seja, é a sua estreia a marcar pelo Bayern de Munique, clube para o qual se transferiu há dois anos a troco de 35 milhões de euros.

Antes porém, o PSG tinha inaugurado o marcador por intermédio de Timothy Weah, jovem de 18 anos, nascido nos Estados Unidos da América e que é filho de George Weah, antigo futebolista do emblema parisiense.

O primeiro golo foi marcado por Javi Martínez e o marcador foi estabelecido pelo holandês Joshua Zirkzee.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.