Ramires já não vai ser reforço do Benfica

Para ser emprestado ao clube da Luz o médio teria de renovar com os chineses do Jiangsu Suning mas foi essa negociação que acabou por abortar a transferência do brasileiro para emblema encarnado

Ramires, 31 anos, já não vai ser reforço do Benfica, adianta o site Goal.com. Estava tudo tratado entre o Jiangsu Suning, Benfica e Ramires. O clube da Luz aceitou pagar ao jogador esta época os três milhões de euros livres de impostos - o que dá um encargo superior a seis milhões de euros devido à carga fiscal em Portugal. O Jiangsu Suning aceitou a saída do brasileiro desde que este renovasse contrato pois o seu atual vínculo termina em junho de 2019, mês em que terminava o empréstimo ao Benfica.

Contudo, a negociação entre o Jiangsu Suning e Ramires ruiu e o Benfica acabou por apanhar por tabela. Refira-se que o internacional brasileiro era esperado esta terça-feira em Lisboa para realizar exames médicos e ser oficializado, o que acabou por não acontecer.

Esta mudança de planos pode afetar algumas das decisões que estavam a ser tomadas, uma delas teria a ver com uma provável saída de Samaris ou uma eventual negociação pelos direitos desportivos de Pizzi.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.