Portimonense tenta Jackson Martínez

O Jogo escreve esta quinta-feira que a SAD dos algarvios está a tentar contratar o avançado colombiano, que representou o FC Porto entre 2012 e 2015

A concretizar-se, seria certamente uma das movimentações mais sonantes da janela deste verão do mercado de transferências em Portugal. Segundo O Jogo, a SAD do Portimonense está a tentar contratar Jackson Martínez, ponta de lança colombiano que brilhou ao serviço do FC Porto e que atualmente é jogador livre.

O antigo avançado dos dragões, 31 anos, não joga desde que sofreu uma grave lesão no tornozelo direito, em outubro de 2016, numa altura em que estava ao serviço dos chineses do Guangzhou Evergrande. E, curiosamente, no início desta semana o líder da SAD dos algarvios, Theodoro Fonseca, deslocou-se à China para tratar de negócios.

Jackson Martínez esteve três temporadas no FC Porto, 2012/13, 2013/14 e 2014/15, e em todas foi o melhor marcador da I Liga. No total, o colombiano apontou 92 golos em 136 partidas de dragão ao peito.

Seguiu-se uma passagem menos feliz e curta pelo Atlético Madrid, clube pelo qual marcou três golos em 22 jogos, e a transferência para a China.

Recentemente, Jackson foi apontado ao Sporting, mas a SAD leonina rapidamente desmentiu esse rumor.

Ler mais

Exclusivos

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

Premium

Rogério Casanova

Três mil anos de pesca e praia

Parecem cagalhões... Tudo podre, caralho... A minha sanita depois de eu cagar é mais limpa do que isto!" Foi com esta retórica inspiradora - uma montagem de excertos poéticos da primeira edição - que começou a nova temporada de Pesadelo na Cozinha (TVI), versão nacional da franchise Kitchen Nightmares, um dos pontos altos dessa heroica vaga de programas televisivos do início do século, baseados na criativa destruição psicológica de pessoas sem qualquer jeito para fazer aquilo que desejavam fazer - um riquíssimo filão que nos legou relíquias culturais como Gordon Ramsay, Simon Cowell, Moura dos Santos e o futuro Presidente dos Estados Unidos. O formato em apreço é de uma elegante simplicidade: um restaurante em dificuldades pede ajuda a um reputado chefe de cozinha, que aparece no estabelecimento, renova o equipamento e insulta filantropicamente todo o pessoal, num esforço generoso para protelar a inevitável falência durante seis meses, enquanto várias câmaras trémulas o filmam a arremessar frigideiras pela janela ou a pronunciar aos gritos o nome de vários legumes.