Passageiros do metro de Bruxelas "forçados" a ouvir canção da seleção francesa

Em causa está uma aposta feita entre as empresas que gerem este transporte nos dois países

Após a derrota frente à França por 1-0, os adeptos belgas que andaram de metro em Bruxelas foram obrigados a ouvir o hino não oficial da seleção francesa: "Tous ensemble" de Johnny Hallyday. Isto porque a empresa que gere aquele transporte fez uma aposta com o mesmo serviço francês antes do jogo de terça-feira entre as duas equipas.

Se a Bélgica ganhasse o jogo, Paris teria de mudar as placas da estação "Saint Hazard" para Eden Hazard, como forma de homenagear o jogador belga.

Caso perdesse, a Autoridade dos Transportes Públicos de Bruxelas (STIB) tinha de tocar o hino de Johnny Hallyday​​​​​​​ no metro da capital belga. E assim foi.

"Uma aposta é uma aposta", escreveu a STIB no Twitter após o jogo.

A empresa que gere o metro de Paris respondeu na mesma rede social, dizendo que estava a preparar uma placa, caso a França perdesse.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.