Os golos e os lances do Sporting-Nacional (1-2)

Nacional está a vencer em Alvalade.

Primeiro sinal de perigo pelo Nacional. Camacho entra pela direita da área do Sporting CP e atira para defesa apertada de Renan.

Witi avançou pela esquerda, assistiu Camacho na entrada da área que roda e atira de pé direito sem hipóteses para Renan.

Golo anulado a Bas Dost. Diaby arranca pela direita e assiste Dost que colocou a bola no fundo das redes, mas o lance foi anulado pelo árbitro com recurso ao VAR.

Jota trabalha pela direita e cruza para Palocevic que surge sozinho a cabecear sozinho para os insulares!

Desvio de Nani de cabeça na área, a bola sobra para Bas Dost que cai em disputa de bola com Palocevic. O árbitro assinala o castigo máximo.

Sporting CP: Bas Dost atira sem hipóteses para Daniel e reduz.

Bruno Fernandes a atirar cruzado com a bola a sair perto do poste direito de Daniel.

Lance entre Bruno César e Vítor Gonçalves.

Nani atira de pé esquerdo, Daniel não segura e Bas Dost quase chega para marcar.

Perigo pelo Nacional! Livre na direita e Júlio a cabecear com perigo para Renan.

Empata o Sporting CP: Bas Dost isolado permite a defesa de Daniel com a bola a sobrar para Bruno Fernandes que encosta para o empate.

Livre direto batido de forma exemplar pelo defesa francês, sem hipóteses para Daniel.

Bola para um lado e Daniel para o outro. Está feito o 4-2.

Sporting CP: Golo de Bruno Fernandes.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?