Porto vence Moreirense em noite de regressos. Marega marca e Danilo entra

Veja os vídeos com os melhores momentos da primeira parte no Dragão

Aos nove minutos, o árbitro Hélder Malheiro assinala grande penalidade a favor do FC Porto, mas depois vai ele mesmo visualizar o lance entre Loum e Aboubakar e volta atrás na decisão.

Canto de Telles, Militão cabeceia, a bola sobra Herrera que, sozinho no segundo poste, só tem de encostar para o primeiro da noite, aos 15 minutos de jogo.

O segundo golo no Dragão começa em Otávio que passa para Marega, este atira com intenção mas acerta no poste. Ainda assim, sobra para Aboubakar e o FC Porto bisa na partida.

O Moreirense ainda não desistiu do jogo. Corta Militão! Cruzamento de Heri para a área onde estava Bilel, valeu o desvio providencial do central portista.

Chiquinho foge a Felipe e serve Heri que é desarmado por Militão na área.

Gritou-se golo no Dragão, com Maxi a servir Brahimi, remate rasteiro a dar a sensação de golo, mas a bola sai a rasar o poste.

Canto para os visitantes, Ivanildo nas alturas a cabecear, à figura de Casillas que segura facilmente.

Contra-ataque do Moreirense FC, Maxi perde para Bilel em zona proibida, este é desarmado mas sobra para Chiquinho colocar à prova o guarda-redes portista, que responde com uma boa defesa.

Livre batido por Alex Telles que não faz por muito pouco o golo, mas a bola saiu para fora.

E ao cair do pano, o terceiro do Porto. Marega marca e confirma a vitória.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.

Premium

João Taborda da Gama

Le pénis

Não gosto de fascistas e tenho pouco a dizer sobre pilas, mas abomino qualquer forma de censura de uns ou de outras. Proibir a vista dos pénis de Mapplethorpe é tão condenável como proibir a vinda de Le Pen à Web Summit. A minha geração não viveu qualquer censura, nem a de direita nem a que se lhe seguiu de esquerda. Fomos apenas confrontados com alguns relâmpagos de censura, mais caricatos do que reais, a última ceia do Herman, o Evangelho de Saramago. E as discussões mais recentes - o cancelamento de uma conferência de Jaime Nogueira Pinto na Nova, a conferência com negacionista das alterações climáticas na Universidade do Porto - demonstram o óbvio: por um lado, o ato de proibir o debate seja de quem for é a negação da liberdade sem mas ou ses, mas também a demonstração de que não há entre nós um instinto coletivo de defesa da liberdade de expressão independentemente de concordarmos com o seu conteúdo, e de este ser mais ou menos extremo.

Premium

Bernardo Pires de Lima

Em contagem decrescente

O brexit parece bloqueado após a reunião de Salzburgo. Líderes do processo endureceram posições e revelarem um tom mais próximo da rutura do que de um espírito negocial construtivo. A uma semana da convenção anual do partido conservador, será ​​​​​​​que esta dramatização serve os objetivos de Theresa May? E que fará a primeira-ministra até ao decisivo Conselho Europeu de novembro, caso ultrapasse esta guerrilha dentro do seu partido?