Orlando Sá regressa ao Standard Liège

Avançado internacional português de 30 anos de volta à Bélgica, cinco meses depois de se ter transferido para os chineses do Henan Jianye F.C.

O Standard de Liège anunciou esta quinta-feira o regresso de Orlando Sá, cinco meses depois de se ter transferido para os chineses do Henan Jianye F.C, pelos quais apenas alinhou em cinco encontros, tendo apontado um golo.

O avançado internacional português volta assim, aos 30 anos, a um clube que representou entre setembro de 2016 e fevereiro de 2018 e pelo qual apontou 30 golos em 62 jogos.

"Sinto que estou de regresso a casa é uma sensação boa! Mal posso esperar para ver todos os meus amigos de Liège, os meus companheiros de equipas e os nossos fervorosos adeptos. Agradeço especialmente ao Henan Jianye por compreender as minhas razões e a minha vontade", afirmou Orlando Sá, em declarações reproduzidas pelo site do clube belga.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).

Premium

Crónica de Televisão

Os índices dos níveis da cadência da normalidade

À medida que o primeiro dia da crise energética se aproximava, várias dúvidas assaltavam o espírito de todos os portugueses. Os canais de notícias continuariam a ter meios para fazer directos em estações de serviço semidesertas? Os circuitos de distribuição de vox pop seriam afectados? A língua portuguesa resistiria ao ataque concertado de dezenas de repórteres exaustos - a misturar metáforas, mutilar lugares-comuns ou a começar cada frase com a palavra "efectivamente"?