Oceano já foi abordado por candidatos e não candidatos

As eleições do Sporting estão a mexer e o antigo capitão leonino está nos planos de quem quer suceder a Bruno de Carvalho. É o próprio quem o diz ao DN

Oceano Cruz, jogador do Sporting durante 11 temporadas, repartidas por duas passagens, e um dos mais emblemáticos capitães do clube verde e branco, tem sido seduzido a juntar-se a algumas candidaturas às eleições do Sporting. É o próprio quem o revela ao DN.

"Já fui abordado por alguns candidatos assumidos e por outras pessoas que ainda estão a pensar. Não me custa nada falar com as pessoas. A minha decisão ainda não está tomada, mas está para muito breve", explica Oceano ao DN referindo-se à sua vida profissional, pois até ao momento tem sido adjunto de Carlos Queiroz na seleção da Irão, mas pretendia, a partir de agora, dedicar-se a um projeto a solo. Contudo, a federação iraniana "tem pressionado no bom sentido" a equipa técnica de Carlos Queiroz a ficar até à Taça da Ásia que se disputa em janeiro de 2019. Por outro lado existe agora a questão das eleições do Sporting.

Ao que o DN conseguiu saber Oceano fui sondado para ocupar um lugar de relevo na Academia de Alcochete, situação que não confirma. Nos próximos dias saber-se-à se Oceano continuará no Irão, se constituirá a sua própria equipa técnica ou se se juntará a uma lista candidata às eleições do Sporting.

Ler mais

Premium

João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.