Mais de um mês depois, Jonas está de regresso

Bruno Lage chamou 18 jogadores, com destaque para o brasileiro. Quem voltou a ficar de fora foi Zivkovic, que parece perder espaço com o novo técnico

Sem jogar desde que se lesionou em Portimão, a 2 de janeiro, o brasileiro Jonas está de regresso aos convocados do Benfica, pela primeira vez na era Bruno Lage.

O avançado, que sofreu um traumatismo no joelho direito nesse encontro que marcou o despedimento de Rui Vitória (derrota encarnada por 2-0), é um dos 18 jogadores eleitos pelo atual treinador do Benfica para a receção ao Nacional, domingo, para a I Liga.

De fora continua Zivkovic, que desde a goleada ao Boavista, a 29 de janeiro, deixou de entrar nas contas de Bruno Lage. Jardel e Fejsa ficam de fora por lesão, tal como Ebuehi e Conti.

Lista de convocados

Guarda-redes: Svilar e Vlachodimos;

Defesas: Ferro, André Almeida, Rúben Dias e Grimaldo;

Médios: Krovinovic, Florentino, Samaris, Pizzi, Gabriel, Gedson, Rafa, Cervi e Salvio;

Avançados: Seferovic, Jonas e João Félix.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?