Madeira Rodrigues: "Varandas? No corpo clínico do Sporting não hesitava"

Candidato à presidência dos leões apresentou esta terça-feira a sua estrutura para o futebol e falou sobre concorrente.

Após ter apresentado na manhã desta terça-feira a estrutura para o futebol do Sporting em caso de vitória nas eleições de 8 de setembro, Pedro Madeira Rodrigues falou sobre o concorrente Frederico Varandas, elogiando-o... enquanto médico. "Sou a pessoa melhor preparada para ser presidente do Sporting. O Frederico Varandas é um fantástico médico. No corpo clínico do Sporting não hesitava, seria fantástico para a nossa equipa", afirmou aos jornalistas.

"São todos sportinguistas, tenho a certeza que esta campanha vai ser elevada. Esta campanha vai ser muito mais fácil do que outra. Fui bombardeando por um sistema montado que não deixava que a mensagem passasse. Há outro sistema montado, mas não será tão forte como esse", acrescentou, citado por O Jogo.

Sobre o treinador que escolheu, Claudio Ranieri, considerou-o "uma pessoa muito simples". "Confiou em mim. Tem a noção da importância de ter adjuntos que conheçam bem o futebol português. Já tenho apalavrado uma pessoa que vai fazer parte da equipa técnica, um grande sportinguista e com com experiência no futebol português", revelou.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.