Lewis Hamilton vence na Hungria e reforça liderança

Britânico tem agora 24 pontos de vantagem em relação a Vettel, que foi segundo classificado

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) reforçou este domingo a liderança do Mundial de Fórmula 1, ao vencer o Grande Prémio da Hungria, aumentando para 24 pontos a vantagem sobre o alemão Sebastian Vettel (Ferrari), que terminou na segunda posição.

Na 12.ª prova do campeonato, o quatro vezes campeão do mundo e detentor do título partiu da 'pole position' e concluiu as 70 voltas ao circuito de Hungaroring, em 01:36.16,427 horas, menos 17,123 segundos do que Vettel, também tetracampeão mundial.

O finlandês Kimi Raikkonen (Ferrari) terminou na terceira posição, a 20,101 segundos do britânico.

Após a quarta vitória do ano e a 66.ª da carreira, Hamilton soma 213 pontos na classificação de pilotos, mais 24 do que Vettel.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Islamofobia e cristianofobia

1. Não há dúvida de que a visita do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos de 3 a 5 deste mês constituiu uma visita para a história, como aqui procurei mostrar na semana passada. O próprio Francisco caracterizou a sua viagem como "uma nova página no diálogo entre cristianismo e islão". É preciso ler e estudar o "Documento sobre a fraternidade humana", então assinado por ele e pelo grande imã de Al-Azhar. Também foi a primeira vez que um Papa celebrou missa para 150 mil cristãos na Península Arábica, berço do islão, num espaço público.

Premium

Adriano Moreira

Uma ameaça à cidadania

A conquista ocidental, que com ela procurou ocidentalizar o mundo em que agora crescem os emergentes que parecem desenhar-lhe o outono, do modelo democrático-liberal, no qual a cidadania implica o dever de votar, escolhendo entre propostas claras a que lhe parece mais adequada para servir o interesse comum, nacional e internacional, tem sofrido fragilidades que vão para além da reforma do sistema porque vão no sentido de o substituir. Não há muitas décadas, a última foi a da lembrança que deixou rasto na Segunda Guerra Mundial, pelo que a ameaça regressa a várias latitudes.