Treinador do Fenerbahçe quer aproveitar "vantagem" de receber Benfica na segunda mão

Phillip Cocu qualificou esta segunda-feira o Benfica de "uma das equipas mais difíceis" que poderia encontrar na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões

"Calhou-nos uma das equipas mais difíceis, entre os adversários possíveis. Vamos jogar o primeiro jogo fora. Quando voltarmos a Istambul, vamos tentar aproveitar essa vantagem e o facto de contarmos com o apoio dos nossos adeptos", observou Phillip Cocu.

O treinador holandês pretende "preparar da melhor forma" os dois jogos com o vice-campeão português, "uma equipa que está habituada a jogar" na principal competição europeia de clubes, reafirmando a "crença" na qualificação.

"Sei que eles estão cientes que não será fácil eliminar-nos. Confiamos em nós e sabemos que podemos fazer bons jogos. É com essa crença que iremos para lá [Lisboa]", advertiu o técnico do Fenerbahçe, que terminou em segundo lugar no campeonato turco da época passada.

O Benfica procura juntar-se ao FC Porto na Liga dos Campeões, mas, para isso, terá de eliminar o Fenerbahçe (que recebe em 7 ou 8 de agosto, no Estádio da Luz, uma semana antes de se deslocar a Istambul) e ainda ultrapassar os play-offs de acesso à fase de grupos.

Ler mais

Premium

João Almeida Moreira

Bolsonaro, curiosidade ou fúria

Perante um fenómeno que nos pareça ultrajante podemos ter uma de duas atitudes: ficar furiosos ou curiosos. Como a fúria é o menos produtivo dos sentimentos, optemos por experimentar curiosidade pela ascensão de Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita do PSL em quem um em cada três eleitores brasileiros vota, segundo sondagem de segunda-feira do banco BTG Pactual e do Instituto FSB, apesar do seu passado (e presente) machista, xenófobo e homofóbico.

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.