Lance Armstrong investiu na Uber e voltou a ganhar milhões

Antigo ciclista caiu em desgraça depois a um escândalo de doping.

Lance Armstrong voltou a ser notícia e desta vez por bons motivos. O antigo ciclista americano investiu 100 mil dólares (cerca de 87, 9 milhões de euros) na UIber e garante que "agora valem muito mais": "Isto salvou a minha família."

Ganhou sete edições seguidas da Volta a França e foi idolatrado pelo mundo do ciclismo e do desporto, mas depois caiu em desgraça. Depois de muitas suspeitas e algumas acusações desmentidas, o antigo ciclista confessou numa entrevista a Oprah Winfrey, em 2013, que se tinha dopado e de forma reiterado durante anos. Perdeu todos os seus título, foi proibido de participar em qualquer competição de ciclismo e processado pelo Estado americano.

A situação levou os muitos e milionários patrocinadores fugiram a sete pés, com receio que a sua marca fosse associada a um escândalo de doping. Algumas das marcas que o patrocinaram pediram indemnizações a Armstrong, que viu a fonte financeira ir secando. Até que fez um investimento "às escuras" e sem saber ... na Uber (aplicação de transporte que faz serviço de táxi).

"Conheci os Chris Saca [um famoso investidor de risco] quando ele trabalha com a Google e com o Twitter. Disse-me um dia que estava à procura de investidores e perguntou-me se queria por dinheiro num projeto interessante. Sabia que ele era um tipo inteligente e com bons contactos e pensei ' por que não?' Nem sabia que se tratava da Uber, pensei que era para comprar ações do Twitter, mas afinal foi para um fundo minúsculo, a Uber, que valia uns 3,7 milhões de dólares (cerca de 3, 2 milhões de euros). Dei-lhe 100 mil dólares (cerca de 87, 9 milhões de euros). Agora valem muito mais. Isto salvou a minha família", contou o norte-americano numa entrevista à CNBC.

A Uber está hoje avaliada em 76 mil milhões de dólares (66, 8 milhões de euros).

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.