João Sousa segue para a 2.ª ronda do Open do Estados Unidos

Português bateu com facilidade o espanhol Marcel Granollers em três sets - 6-2, 6-2 e 6-3 - em pouco menos de duas horas. Põe um ponto final numa série de sete derrotas consecutivas.

Há dois meses que João Sousa não sabia o que era vencer um jogo no circuito de ténis profissional. Perdeu à primeira em Antalya, em Wimbledon, em Umag, em Gstaad, em Toronto, em Cincinatti e em Winston-Salem. Mas nesta terça-feira o português número 68 do mundo resolveu com facilidade o encontro da primeira ronda diante do espanhol Marcel Granollers, 107 da hierarquia. Em apenas três sets (6-2, 6-2 e 6-3) Sousa conseguiu obteve a qualificação.

O vimaranense atinge a segunda ronda do Open dos Estados Unidos pela quarta vez na carreira, tendo em 2013 e 2016 chegado mesmo ao terceiro encontro.

Na segunda ronda, Sousa vai defrontar o vencedor do duelo entre o tunisino Malek Jaziri (ranking 59) e o espanhol Pablo Carreno Busta (12).

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Patrícia Viegas

Espanha e os fantasmas da Guerra Civil

Em 2011, fazendo a cobertura das legislativas que deram ao PP de Mariano Rajoy uma maioria absoluta histórica, notei que quando perguntava a algumas pessoas do PP o que achavam do PSOE, e vice-versa, elas respondiam, referindo-se aos outros, não como socialistas ou populares, não como de esquerda ou de direita, mas como los rojos e los franquistas. E o ressentimento com que o diziam mostrava que havia algo mais em causa do que as questões quentes da atualidade (a crise económica e financeira estava no seu auge e a explosão da bolha imobiliária teve um impacto considerável). Uma questão de gerações mais velhas, com os fantasmas da Guerra Civil espanhola ainda presente, pensei.