Irão de Carlos Queiroz já está nos quartos da Taça Asiática

Terceira presença seguida do treinador português nessa fase da competição, depois de o Irão vencer neste domingo Omã (2-0).

No Estádio Mohammed Bin Zayed, em Abu Dhabi, Irão e Omã discutiram a presença nos quartos-de-final, após as qualificações mais cedo do Vietname e da China, seleções que venceram a Jordânia (1-1, 4-2 nos penáltis) e a Tailândia (2-1), respetivamente.

Carlos Queiroz, selecionador do Irão desde 2011, tem a sua terceira presença na Taça Asiática, depois de na estreia, quando assumiu a seleção, ter sido eliminado nos quartos-de-final, e em 2015 também.

A edição deste ano da competição, que decorre a cada quatro anos, viu as equipas aumentarem para 24, levando a que a fase a eliminar, que arrancou hoje, se iniciasse com os oitavos-de-final.

O treinador português repete assim nova presença nos quartos, defrontando, na quinta-feira, a China, país que foi seu adversário na qualificação para o Mundial 2018 e a quem venceu em casa (1-0) e empatou fora (0-0).

Hoje, diante de Omã, o Irão garantiu a passagem à eliminatória seguinte com golos de Alireza Jahanbakhsh, aos 32 minutos, e Ashkan Dejagah, aos 41, de grande penalidade, depois de Ahmed Mubarak falhar um penálti para Omã, aos três minutos.

Mais cedo, o Vietname (100.º no ranking mundial) venceu a Jordânia (109.ª), no desempate por grandes penalidades (4-2) e depois de uma igualdade a um golo após prolongamento, e a China (76.ª) apurou-se frente à Tailândia (2-1).

O Vietname irá encontrar nos quartos-de-final o vencedor do jogo entre Japão, vencedor da competição em 2011, 2004, 2000 e 1992, e Arábia Saudita, campeã em 1996, 1988 e 1984, que se realiza na segunda-feira.

O detentor do troféu, a Austrália, vencedora da edição de 2015, defrontará, também na segunda-feira, o Uzbequistão.

Exclusivos

Premium

Betinho

"NBA? Havia campos que tinham baldes para os jogadores vomitarem"

Nasceu em Cabo Verde (a 2 de maio de 1985), país que deixou aos 16 anos para jogar basquetebol no Barreirense. O talento levou-o até bem perto da NBA, mas foi em Espanha, Andorra e Itália que fez carreira antes de regressar ao Benfica para "festejar no fim". Internacional português desde os Sub-20, disse adeus há seleção há apenas uns meses, para se concentrar na carreira. Tem 34 anos e quer jogar mais três ou quatro ao mais alto nível.