Diogo Jota sucede a Ronaldo com hat-trick em vitória emocionante do Wolves

O avançado torna-se o segundo português a fazer três golos na Premier League e o primeiro de sempre do Wolves a conseguir tal proeza

Diogo Jota brilhou este sábado na emocionante vitória do Wolverhampton, em casa, diante do Leicester, por 4-3, em jogo da 22.ª jornada da Premier League. O avançado tornou-se o segundo português a marcar três golos num só jogo do principal campeonato inglês, imitando Cristiano Ronaldo, em 2008 pelo Manchester United.

Além disso, Diogo Jota entrou para a história do Wolves por se tornar o primeiro jogador do clube a fazer um hat-trick na Premier League.

O jogador formado no Gondomar e no Paços de Ferreira, que já passou pelo FC Porto, abriu o marcador logo aos quatro minutos após um passe de João Moutinho, médio que repetiu a assistência para Ryan Bennett fazer o segundo golo pouco depois.

No início da segunda parte, o Leicester, que contou com Ricardo Pereira como titular, reagiu e chegou ao empate, por Demarai Gray e através de um autogolo de Conor Coady.

Contudo, aos 64 minutos, voltou a aparecer Diogo Jota que recolocou os Wolves na frente do marcador, a passe de Rúben Neves. Só que a três minutos dos 90, o Leicester fez o empate através de Wes Morgan, mas ao contrário do que se pensava o jogo não estava fechado.

Diogo Jota teve a última palavra e completou uma tarde de sonho com o seu terceiro golo aos 90+3 minutos, concluindo uma assistência de Raúl Jiménez, permitindo à equipa de Nuno Espírito Santo garantir mais três pontos, que permite ultrapassar precisamente o Leicester na tabela classificativa.

Os Wolves contaram ainda no onze com Rui Patrício e Rúben Vinagre, numa partida em que Nuno Espírito Santo foi expulso já perto do final da partida.

Veja o terceiro golo de Diogo Jota:

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.