Golo de Rafael Leão dá vitória ao Lille

Avançado português que rescindiu com o Sporting estreou-se a marcar na liga francesa e ofereceu o triunfo à equipa na receção ao Caen (1-0).

Jovem português foi chamado, pela primeira vez, à titularidade no Lille e marcou um golo, tornando-se, aos 19 anos e quatro meses, no segundo mais jovem jogador a marcar pelo clube na liga francesa, apenas atrás de outro português, Rony Lopes, que marcou, em 2015, com 19 anos e dois meses.

O Lille continua assim a surpreender na Liga francesa e este sábado venceu na receção ao Caen, em jogo da 11.ª jornada da competição .O único golo da partida foi apontado por Rafael Leão aos 56 minutos. De resto, no Lille jogaram ainda os portugueses José Fonte, Xeka e Rui Fonte.

Mónaco empata

O Mónaco continua à deriva e somou o 13.º jogo sem vencer. A formação de Thierry Henry não foi além de um empate (2-2) com o Dijon. Já o Montpellier com Pedro Mendes a titular venceu na deslocação ao terreno do Toulouse (3-0).

No último lugar está o Guingamp de Pedro Rebocho, que empatou frente ao Estrasburgo (1-1).

Jogos da 11.ª jornada:

Nimes-Saint Etienne, 1-1
Angers-Lyon, 1-2
Mónaco-Dijon, 2-2
Guingamp-Estrasburgo, 1-1
Lille-Caen, 1-0
Amiens-Nantes, 1-2
Toulouse-Montpellier 0-3

Este domingo
Rennes-Reims
Bordéus-Nice
Marselha-Paris Saint Germain

Confira aqui a classificação da Ligue 1

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Crespo

E uma moção de censura à oposição?

Nos últimos três anos, o governo gozou de um privilégio raro em democracia: a ausência quase total de oposição. Primeiro foi Pedro Passos Coelho, que demorou a habituar-se à ideia de que já não era primeiro-ministro e decidiu comportar-se como se fosse um líder no exílio. Foram dois anos em que o principal partido da oposição gritou, esperneou e defendeu o indefensável, mesmo quando já tinha ficado sem discurso. E foi nas urnas que o país mostrou ao PSD quão errada estava a sua estratégia. Só aí é que o partido decidiu mudar de líder e de rumo.

Premium

Henrique Burnay

A ameaça dos campeões europeus

No dia 6 de fevereiro, Margrethe Vestager, numa só decisão, fez várias coisas importantes para o futuro da Europa, mas (quase) só os jornais económicos repararam. A comissária europeia para a Concorrência, ao impedir a compra da Alstom pela Siemens, mostrou que, onde a Comissão manda, manda mais do que os Estados membros, mesmo os grandes; e, por isso mesmo, fez a Alemanha e a França dizerem que querem rever as regras do jogo; relançou o debate sobre se a Europa precisa, ou não (e em que condições), de campeões para competir na economia global; e arrasou com as suas possibilidades (se é que existiam) de vir a suceder a Jean-Claude Juncker.