Fernando Alonso anuncia a sua ausência da Fórmula 1 em 2019

Espanhol duas vezes campeão do munco despede-se a 25 de novembro em Abu Dhabi, veremos se é um adeus definitivo. Para já o grande objetivo é vencer as 500 milhas de Indianápolis

Fernando Alonso, duas vezes campeão do Mundo (2005 e 2006) de Fórmula 1 anunciou esta terça-feira, através da sua conta de Twitter, que na próxima época não correrá na Fórmula 1.

Se não mudar de ideias, Fernando Alonso, 37 anos, despede-se do grande circo a 25 de novembro em Abu Dhabi.

Refira-se que isto não significa necessariamente um adeus definitivo à Fórmula 1 por parte do espanhol, pois o piloto tem como meta vencer as 500 milhas de Indianápolis.

Para ganhar rodagem para Indianápolis, é possível que Alonso dispute algumas corridas de Indy Car Series. Em simultâneo, Alonso está empenhado no Mundial de Resistência.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.

Premium

João Gobern

Navegar é preciso. Aventuras e Piqueniques

Uma leitura cruzada, à cata de outras realidades e acontecimentos, deixa-me diante de uma data que, confesso, chega e sobra para impressionar: na próxima semana - mais exatamente a 28 de novembro - cumpre-se meio século sobre a morte de Enid Blyton (1897-1968). Acontece que a controversa escritora inglesa, um daqueles exemplos que justifica a ideia que cabe na expressão "vícios privados, públicas virtudes", foi a minha primeira grande referência na aproximação aos livros. Com a ajuda das circunstâncias, é certo - uma doença, chata e "comprida", obrigou-me a um "repouso" de vários meses, longe da escola, dos recreios e dos amigos nos idos pré-históricos de 1966. Esse "retiro" foi mitigado em duas frentes: a chegada de um televisor para servir o agregado familiar - com direito a escalas militantes e fervorosas no Mundial de Futebol jogado em Inglaterra, mas sobretudo entregue a Eusébio e aos Magriços, e os livros dos Cinco (no original The Famous Five), nada menos do que 21, todos lidos nesse "período de convalescença", de um forma febril - o que, em concreto, nada a tinha que ver com a maleita.