Federação croata convida equipa de 98 para assistir à final do Mundial

Petar Krpan, que jogou na União de Leiria e Sporting é um deles.

"A grande geração de 1998, que honrou a Croácia em todo o mundo, terá a oportunidade, juntamente com milhares de adeptos croatas, de testemunhar o novo grande sucesso do futebol croata". Foi assim que a federação croata anunciou que convidou os jogadores que participaram no mundial 98 em França e chegaram às meias finais.

Petar Krpan, que jogou na União de Leiria e Sporting é um deles.

Do plantel faziam parte Dražen Ladić, Marjan Mrmić, Vladimir Vasilj, Slaven Bilic, Goran Jurić, Zvonimir Soldo, Ante Šerić, Dario Šimić, Igor Štimac, Igor Tudor, Aljoša Asanović, Zvonimir Boban, Robert Jarni, Krunoslav Jurčić , Zoran Mamić, Silvio Marić, Robert Prosinečki, Mario Stanic, Ardian Koznik, Petar Krpan, Goran Vlaović e Davor Suker, além do atual presidente da Federação.

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Através do YouTube, faz grande sucesso entre nós um florilégio de gritos de John Bercow - vocês sabem, o speaker do Parlamento britânico. O grito dele é só um, em crescendo, "order, orrderr, ORRRDERRR!", e essa palavra quer dizer o que parece. Aquele "ordem!" proclamada pelo presidente da Câmara dos Comuns demonstra a falta de autoridade de toda a gente vulgar que hoje se senta no Parlamento que iniciou a democracia na velha Europa. Ora, se o grito de Bercow diz muito mais do que parece, o nosso interesse por ele, através do YouTube, diz mais de nós do que de Bercow. E, acreditem, tudo isto tem que ver com a nossa vida, até com a vidinha, e com o mundo em que vivemos.

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Nesta semana, um país inteiro juntou-se solidariamente às mulheres andaluzas. Falo do nosso país vizinho, como é óbvio. A chegada ao poder do partido Vox foi a legitimação de um discurso e de uma postura sexistas que julgávamos já eliminadas aqui por estes lados. Pois não é assim. Se durante algumas décadas assistimos ao reforço dos direitos das mulheres, nos últimos anos, a ascensão de forças políticas conservadoras e sexistas mostrou o quão rápida pode ser a destruição de direitos que levaram anos a construir. Na Hungria, as autoridades acham que o lugar da mulher é em casa, na Polónia não podem vestir de preto para não serem confundidas com gente que acha que tem direitos, em Espanha passaram a categoria de segunda na Andaluzia. Os exemplos podiam ser mais extensos, os tempos que vivemos são estes. Mas há sempre quem não desista, e onde se escreve retrocesso nas instituições, soma-se resistência nas ruas.

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