Espanha quer organizar Europeu ou Mundial e pode convidar Portugal

A ideia já não é nova e chegou a ser falada num passado recente. Agora volta à ordem do dia. Em estudo está o Europeu de 2028 ou o Mundial de 2030

A notícia está a ser avançada por vários meios de comunicação em Espanha. O país vizinho quer organizar uma grande competição de futebol, um Europeu ou Mundial. E os seus responsáveis equacionam convidar Portugal para uma candidatura conjunta - em estudo está o Europeu de 2028 e o Mundial de 2030.

A notícia é avançada na sequência de uma reunião que se realizou esta segunda-feira entre altos responsáveis do futebol espanhol e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, em Moncloa, Espanha.

De acordo com o jornal AS, tudo não passa ainda de uma ideia. Mas o jornal desportivo espanhol garante que existem duas possibilidades: uma candidatura única de Espanha ou então uma conjunta com Marrocos e Portugal (isto no caso de um Mundial). A federação espanhola considera este segundo projeto mais consistente para se impor a outras candidaturas que vão surgir.

Esta ideia de uma candidatura ibérica não é propriamente nova, pois no passado chegou a falar-se dessa possibilidade.

A Espanha só organizou até hoje um Mundial de futebol: foi em 1982. Portugal, recorde-se, foi sede do Europeu de 2004.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.