Dinamarca resolve diferendo interno e vence País de Gales

O médio Christian Eriksen marcou este domingo os dois golos da vitória dos nórdicos frente aos galeses, por 2-0, em jogo da Liga das Nações, depois de resolvido o diferendo entre futebolistas e a federação dinamarquesa.

Na quarta-feira, a Dinamarca foi derrotada na Eslováquia (3-0), num jogo particular em que utilizou os jogadores possíveis face à ausência dos habituais convocados, em linha de rutura com a federação de futebol quanto a aspetos financeiros.

O acordo temporário alcançado na sexta-feira permitiu o regresso dos principais jogadores, entre os quais o médio do Tottenham, que deu vantagem à seleção dinamarquesa, aos 32 minutos, e confirmou o triunfo na segunda parte, aos 63, na conversão de uma grande penalidade.

Com este triunfo, a contar para o Grupo 4 da Liga B, a Dinamarca soma os mesmos três pontos dos galeses, com dois jogos disputados, enquanto a República da Irlanda segue no terceiro e último posto, na sequência do desaire frente ao País de Gales, por 4-1, na quinta-feira.

Também para a segunda divisão, mas para o Grupo 1, a Ucrânia conquistou o segundo triunfo, ao vencer por 1-0 a Eslováquia, depois se ter vencido na República Checa por 2-1, na quinta-feira.

Em Lviv, o avançado do West Ham Yarmolenko sentenciou a partida, aos 80 minutos, deixando os ucranianos com seis pontos, enquanto checos e eslovacos ainda não pontuaram.

Já para a Liga C, a Bulgária venceu em casa a Noruega, por 1-0, com um golo de Vasilev, aos 59, e isolou-se na liderança do Grupo 3, com seis pontos, mais três do que os adversários de hoje, que ocupam o segundo lugar.

Para a Liga D, a Geórgia também venceu pela segunda vez na prova, ao vencer na receção à Letónia, por 1-0, destacando-se no Grupo 1, tal como a Macedónia, no Grupo 4, na sequência do triunfo caseiro diante da Arménia, por 2-0.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Começar pelas portagens no centro nas cidades

É fácil falar a favor dos "pobres", difícil é mudar os nossos hábitos. Os cidadãos das grandes cidades têm na mão ferramentas simples para mudar este sistema, mas não as usam. Vejamos a seguinte conta: cada euro que um português coloca num transporte público vale por dois. Esse euro diminui o astronómico défice das empresas de transporte público. Esse mesmo euro fica em Portugal e não vai direto para a Arábia Saudita, Rússia ou outro produtor de petróleo - quase todos eles cleptodemocracias.