Chelsea de Sarri inicia liga inglesa com vitória sobre o Huddersfield

O emblema londrino iniciou este sábado a edição 2018/19 da Premier League com uma convincente vitória por 3-0 no terreno do Huddersfield, na estreia na prova do técnico italiano Maurizio Sarri.

Mesmo com o belga Eden Hazard no banco, ao intervalo, os blues já venciam por 2-0, com golos do médio Kanté, aos 34 minutos, e do italiano Jorginho, aos 45, na marcação de uma grande penalidade. Hazard foi lançado na partida na segunda parte, aos 76 minutos, e, poucos depois, assistiu o espanhol Pedro para o terceiro golo dos londrinos (80).

Para já, a primeira jornada da Premier League tem sido para esquecer para as equipas que regressaram ao primeiro escalão, com o Fulham a perder em casa com o Crystal Palace, por 2-0, e Cardiff a sair derrotado do terreno do Bournemouth, igualmente por 2-0.

Destaque ainda para o triunfo caseiro do Watford sobre o Brighton, por 2-0, com um bis do argentino Roberto Pereya.

Ainda este sábado, destaque para o embate entre o Everton, de Marco Silva, e o Wolverhampton, de Nuno Espírito Santo.

O Manchester City, atual detentor do título, só entra em cena no domingo, no campo do Arsenal, que pela primeira vez desde 1996 não vai ter Arsène Wenger como treinador. O espanhol Unai Emery assumiu o comando dos gunners, após a saída do francês.

O campeonato inglês arrancou oficialmente na sexta-feira, com o Manchester United, do técnico José Mourinho, a bater por 2-1 em Old Trafford o Leicester City, de Adrien Silva e Ricardo Pereira.

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João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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Rogério Casanova

Três mil anos de pesca e praia

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