Carmona Rodrigues na lista de Madeira Rodrigues às eleições do Sporting

O antigo presidente da Câmara Municipal de Lisboa é candidato a vice da Mesa da Assembleia Geral liderada por Pedro Feist.

Pedro Madeira Rodrigues apresentou nesta terça-feira a sua lista candidata às eleições do Sporting marcadas para o dia 8 de setembro. O candidato derrotado das últimas eleições apresentou como principal novidade a Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, para o lugar de vice para a Mesa da Assembleia Geral (MAG).

A MAG terá como candidato a presidente outro nome forte: Pedro Feist, antigo vice-presidente da Assembleia da República, que assim poderá regressar ao Sporting, depois de ter sido praticante de andebol, onde se sagrou campeão nacional.

Para candidato a líder do Conselho Fiscal e Disciplinar, Pedro Madeira Rodrigues escolheu António Tânger Correia, ex-embaixador de Portugal no Qatar e no Egito.

Pedro Madeira Rodrigues apresentou ainda quem o acompanha no conselho diretivo. Imran Mohamed será o vice com o pelouro das relações internacionais, em caso de vitória nas eleições, enquanto Soraia Quarenta (advogada especialista em direito desportivo), Miguel Oom Torres, Luís Figueiredo e Carla Brito e Costa serão os vogais.

Fica ainda a faltar conhecer aquele que será o vice-presidente para as modalidades de Pedro Madeira Rodrigues.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.