Belenenses SAD vence Chaves e aproxima-se dos lugares europeus

Um golo de Licá foi o suficiente para garantir à equipa de Jorge Silas o segundo triunfo seguido. Os flavienses afundam-se ainda mais no último lugar

O Belenenses SAD venceu este sábado, no Estádio Nacional, o Desp. Chaves, por 1-0, em partida da 12.ª jornada da I Liga. Valeu à equipa treinada por Jorge Silas um golo de Licá aos 40 minutos para se aproximar dos lugares que dão acesso às competições europeias.

Os azuis igualaram o V. Guimarães e o Rio Ave no quinto lugar, com 18 pontos, tendo somado a segunda vitória consecutiva e o sexto jogo sem perder no campeonato.

De mal a pior vai o Desp. Chaves que se afundou ainda mais no último lugar, mantendo os sete pontos conquistados. A equipa de Daniel Ramos já vai em seis derrotas consecutivas, sendo que o último ponto que conquistou foi na receção ao Benfica na 6.ª jornada, no final de setembro.

Veja aqui o resumo da partida:

FICHA DO JOGO

Estádio Nacional
Árbitro: Luís Godinho (Évora)

Belenenses SAD - Muriel Becker; Diogo Viana, Gonçalo Silva, Sasso, Reinildo (Zakarya Bergdych, 90'+1); Nuno Coelho, André Santos, Jonathan Lucca; Licá (Eduardo Henrique, 68'), Henrique Almeida (Ousmane Dramé, 71'), Fredy
Treinador: Jorge Silas

Desp. Chaves: Ricardo Nunes; Paulinho, Hugo Basto, Marcão, Luís Martins; Stephen Eustáquio (Higor Platiny, 74'), Jefferson Santos, Renan Bressan; Ghazaryan (Mika Borges, 85'), Avto (William Oliveira, 61'), André Luís.
Treinador: Daniel Ramos

Cartão amarelo a Jefferson Santos (54'), Henrique Almeida (85')

Golo: 1-0, Licá (40')

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

Conhecem a última anedota do Brexit?

Quando uma anedota é uma anedota merece ser tratada como piada. E se a tal anedota ocupa um importante cargo histórico não pode ser levada a sério lá porque anda com sapatos de tigresa. Então, se a sua morada oficial é em Downing Street, o nome da rua - "Downing", que traduzido diz "cai, desaba, vai para o galheiro..." - vale como atual e certeira análise política. Tal endereço, tal país. Também o número da porta de Downing Street, o "10", serve hoje para fazer interpretações políticas. Se o algarismo 1 é pela função, mora lá a primeira-ministra, o algarismo 0 qualifica a atual inquilina. Para ser mais exato: apesar de ela ser conservadora, trata-se de um zero à esquerda. Resumindo, o que dizer de uma poderosa governante que se expõe ao desprezo quotidiano do carteiro?

Premium

Adolfo Mesquita Nunes

A escolha de uma liberdade

A projeção pública da nossa atividade, sobretudo quando, como é o caso da política profissional, essa atividade é, ela própria, pública e publicamente financiada, envolve uma certa perda de liberdade com que nunca me senti confortável. Não se trata apenas da exposição, que o tempo mediático, por ser mais veloz do que o tempo real das horas e dos dias, alargou para além da justíssima sindicância. E a velocidade desse tempo, que chega a substituir o tempo real porque respondemos e reagimos ao que se diz que é, e não ao que é, não vai abrandar, como também se não vai atenuar a inversão do ónus da prova em que a política vive.

Premium

Marisa Matias

Penalizações antecipadas

Um estudo da OCDE publicado nesta semana mostra que Portugal é dos países que mais penalizam quem se reforma antecipadamente e menos beneficia quem trabalha mais anos do que deve. A atual idade de reforma é de 66 anos e cinco meses. Se se sair do mercado de trabalho antes do previsto, o corte é de 36% se for um ano e de 45%, se forem três anos. Ou seja, em três anos é possível perder quase metade do rendimento para o qual se trabalhou uma vida. As penalizações são injustas para quem passou, literalmente, a vida toda a trabalhar e não tem como vislumbrar a possibilidade de deixar de fazê-lo.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

O planeta dos sustentáveis 

Ao ambiente e ao planeta já não basta a simples manifestação da amizade e da esperança. Devemos-lhes a prática do respeito. Esta é, basicamente, a mensagem da jovem e global ativista Greta Thunberg. É uma mensagem positiva e inesperada. Positiva, porque em matéria de respeito pelo ambiente, demonstra que já chegámos à consciencialização urgente de que a ação já está atrasada em relação à emergência de catástrofes como a de Moçambique. Inesperada (ao ponto do embaraço para todos), pela constatação de que foi a nossa juventude, de facto e pela onda da sua ação, a globalizar a oportunidade para operacionalizar a esperança.