Bas Dost continua sem treinar a dois dias do Benfica-Sporting

O avançado holandês é a única baixa do plantel do treinador José Peseiro.

Bas Dost voltou nesta quinta-feira a falhar o treino do Sporting, sendo o único ausente da preparação dos leões para o dérbi de sábado, em casa do Benfica, na terceira jornada da I Liga.

Segundo as informações prestadas por Alvalade, o melhor marcador da equipa na época 2017-18 fez apenas tratamento, a dois dias do embate com as águias.

Bas Dost sofre de um problema muscular na coxa direita, que o obrigou a sair ao intervalo do jogo em casa com o Vitória de Setúbal, da segunda jornada da I Liga, que o Sporting venceu por 2-1, tendo sido substituído pelo colombiano Fredy Montero.

O plantel do Sporting realiza na sexta-feira, véspera do encontro, um treino à porta fechada, pelas 09.30, com o treinador José Peseiro a fazer a antevisão do jogo numa conferência de imprensa marcada para as 18.30.

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1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?