Aztecas na Praça do Comércio sentem-se em casa

Mexicanos eram "poucos, mas bons". Ainda assim não chegou para ganhar aos brasileiros, que tomaram conta do Terreiro do Paço, em Lisboa

Numa Arena Portugal lotada por brasileiros - até o vento sentia dificuldade em atravessar o Terreiro do Paço -, foi possível encontrar alguns, poucos, mexicanos. Mas todos vestidos a rigor e com um discurso muito positivo, caso de uma família - pai, mãe e dois irmãos - que estava de visita a Portugal. Carlos, o filho mais velho, sabia tudo sobre futebol, ele que mora em Alicante, Espanha. "Temos o Herrera no meio-campo, aquele que joga aqui em Portugal, no FC Porto. Ele vai tomar conta dos brasileiros", em larga maioria na Arena.

"Sim, eles são muitos, mas nós somos poucos mas bons. E senti que há muitos portugueses a torcer por nós." Com o passar dos minutos e o avolumar do resultado negativo, os sorrisos foram substituídos por rostos de mármore. A mãe Sílvia personificava a desilusão. "Não vencemos, é pena, porque, para nós, o futebol é uma religião". Mas cada um no seu lugar. Primeiro está Deus. "Prometemos que amanhã iríamos a Fátima, com ou sem vitória do nosso querido México".

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Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).