Portugal sem Pablo Pichardo nos Europeus de Atletismo

O triplo saltador Pedro Pablo Pichardo está definitivamente de fora dos Campeonatos Europeus de atletismo, que se realizam a partir desta segunda-feira em Berlim e que contam com a presença de 34 portugueses

"A Associação Europeia de Atletismo condicionou a participação do atleta a uma resposta positiva da federação internacional (IAAF)", que teria forçosamente de chegar até três horas antes da reunião técnica, às 18:30 de Berlim, "o que não veio a acontecer, pelo que o atleta não irá participar na competição", disse à Lusa o departamento de comunicação da Federação Portuguesa de Atletismo.

O atleta de origem cubana adquiriu nacionalidade portuguesa somente em dezembro de 2017 e a sua participação estava condicionada a essa decisão, embora a FPA tenha feito preventivamente a sua pré-inscrição.

Na ausência do atleta do Benfica, atual recordista nacional do triplo salto, a participação portuguesa na especialidade continuará contar com Nelson Évora, campeão olímpico em 2008 e campeão mundial em 2007, faltando-lhe ainda o título de campeão europeu ao ar livre, para o qual é um dos principais favoritos.

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Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.