Evelise Veiga feliz com estreia "excelente" no comprimento

Portuguesa terminou em oitavo lugar na final do salto em comprimento dos Campeonatos Europeus de atletismo, com a marca de 6,47 metros

Foi uma luta enorme para a segunda portuguesa de sempre a chegar a uma final do salto em comprimento depois de Naide Gomes - que na sua estreia, em 2002, em Munique, foi décima com a marca de 6,23 metros, depois de ter saltado 6,33 na qualificação.

"Ainda não caí em mim. Ser oitava na final do salto em comprimento, na minha estreia, é excelente. Fazer melhor na estreia do que ela [Naide Gomes] significa que tenho ainda muito para trabalhar, muito que ouvir toda a equipa que trabalha comigo, especialmente a minha treinadora [Cátia Ferreira]", disse.

Evelise Veiga tinha conseguido o acesso à final graças ao salto de 6,61 metros na qualificação, igualando o recorde nacional de sub-23.

"Este resultado traz muita motivação para o futuro. Quero chegar à final do próximo Mundial e daqui por dois anos quero estar nos Europeus a lutar pelas medalhas. Hoje acreditei que podia lutar por isso até ao último salto", referiu.

"Esta época conseguimos cumprir e até superar todos os objetivos a que nos propusemos. Agora é continuar a trabalhar e traçar novas metas a alcançar", concluiu a atleta.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Estou a torcer por Rio apesar do teimoso Rui

Meu Deus, eu, de esquerda, e só me faltava esta: sofrer pelo PSD... É um problema que se agrava. Antigamente confrontava-me com a fria ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, e agora vejo a clarividente e humana comentadora Manuela Ferreira Leite... Pacheco Pereira, um herói na cruzada anti-Sócrates, a voz mais clarividente sobre a tragédia da troika passista... tornou-se uma bússola! Quanto não desejei que Rangel tivesse ganho a Passos naquele congresso trágico para o país?!... Pudesse eu escolher para líder a seguir a Rio, apostava tudo em Moreira da Silva ou José Eduardo Martins... O PSD tomou conta dos meus pesadelos! Precisarei de ajuda...?

Premium

arménios na síria

Escapar à Síria para voltar à Arménia de onde os avós fugiram

Em 1915, no Império Otomano, tiveram início os acontecimentos que ficariam conhecidos como o genocídio arménio. Ainda hoje as duas nações continuam de costas voltadas, em grande parte porque a Turquia não reconhece que tenha havido uma matança sistemática. Muitas famílias procuraram então refúgio na Síria. Agora, devido à guerra civil que começou em 2011, os netos daqueles que fugiram voltam a deixar tudo para trás.