Advogado Rui Jorge Rego também é candidato ao Sporting

Antigo secretário da Mesa da Assembleia Geral no mandato de Godinho Lopes

"Gestão profissional da SAD, parcerias estratégicas para investimento, internacionalização da marca e novos modelos de negócio", são os pilares em que assenta o programa da equipa liderada por Rui Jorge Rego, enviado em comunicado às redações.

O advogado, de 46 anos, foi secretário da Mesa da Assembleia-Geral do clube durante o mandato de Godinho Lopes, entre 2011 e 2013, e assume-se assim como o sétimo candidato às eleições do dia 8 de setembro, concorrendo contra Frederico Varandas, Pedro Madeira Rodrigues, Fernando Tavares Pereira, Dias Ferreira, João Benedito e José Maria Ricciardi - as candidaturas de Bruno de Carvalho e de Carlos Vieira estarão inviabilizadas pelas suspensões anunciadas quinta-feira pela Comissão de Fiscalização.

"Projeto e futuro" é o lema da candidatura de Rui Jorge Rego, que aponta dez prioridades do seu projeto.

"1. A Direção pede ao Presidente da Assembleia Geral que elabore o projeto de revisão dos estatutos, com autonomia e independência. O presidencialismo não faz sentido. É preciso devolver autonomia a todos os órgãos sociais do Clube.

2. A Direção nomeia um Chairman para a SAD; profissional de topo com forte ligação ao Sporting. Zela pela eficácia e transparência da gestão, mas também pelos valores do Clube.

3. O Presidente do Clube lidera o Conselho de Administração da SAD. Conduz o plano estratégico e representa o acionista maioritário.

4. O Presidente recruta para a SAD um CEO entre os melhores profissionais da indústria, com três objetivos claros: ganhar títulos, gerar lucros e globalizar o Sporting.

5. Baixar custos e crescer a partir do patamar de sustentabilidade. As parcerias estratégicas permitem ao Sporting fazer mais e melhor, gastando menos.

6. Ter os melhores jogadores. O plantel tem de integrar as promessas da formação e as estrelas contratadas com apoio dos parceiros. Isto reduz custos e aumenta a competitividade.

7. Aumentar a receita, as redes de contactos e investir onde o Sporting pode crescer mais, e mais depressa. Criar uma plataforma internacional de negócios, com parceiros na China, Brasil e África.

8. Investir no scouting e na Academia, que tem perdido energia e competitividade. É preciso rever o percurso de afirmação dos jogadores e sua valorização. A identidade formadora do Sporting é o seu maior ativo nos mercados internacionais.

9. A modalidades - ditas amadoras - gerem orçamentos acima dos 20 milhões de euros. É preciso gestão profissional, alicerçada nos mesmos princípios da SAD: formação; contas saudáveis; internacionalização; gestão e crescimento. Queremos mais modalidades, sucesso desportivo, mas também desporto para todos e serviços para os sócios, simpatizantes e cidadãos em geral.

10. Realizar programas escolares, em Portugal e nas comunidades espalhadas pelo mundo, promovendo o Amor ao Sporting nas novas gerações em todas as geografias".

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