Inglaterra vai de cabeça para as meias-finais... 28 anos depois

Cabeceamentos certeiros de Maguire (30 minutos) e Dele Alli (59') colocam ingleses pela terceira vez nas meias-finais de Mundiais, após vitória por 2-0 sobre a Suécia

Inglaterra carimbou este sábado o apuramento para as meias-finais do Campeonato do Mundo, pela primeira vez desde 1990 e a terceira em toda a história.

Os ingleses, pode dizer-se, foram de cabeça para a próxima fase do torneio, pois venceu a Suécia por 2-0, com golos surgidos através de cruzamentos certeiros de Maguire e Dele Alli, aos 30 e 59 minutos, respetivamente.

Depois de uma meia hora inicial bastante equilibrada, o central do Leicester fez pender a balança para o lado inglês, na sequência de um canto executado por Ashley Young, naquele que foi o oitavo golo de bola parada dos britânicos neste Mundial, estabelecendo um recorde ao ultrapassar a Polónia de 1974. A vantagem foi reforçada pelo médio do Tottenham, na resposta a um cruzamento milimétrico de Lingard, num golo que permitiu aos three lions igualar o seu Campeonato do Mundo mais concretizador de sempre (1966), com 11 golos.

Se Inglaterra teve cabeça para voltar aos meias-finais - onde vai defrontar Rússia ou Croácia -, também beneficiou de uma mãozinha do seu guarda-redes, Pickford, que voltou a estar em evidência ao protagonizar intervenções fantásticas a remates de Berg (47' e 72') e Claesson (62').

Onzes iniciais:

Suécia - Olsen, Krafth, Lindelof, Granqvist, Augustinsson; Claesson, Larsson, Ekdal e Forsberg; Berg e Toivonen.

Suplentes: Olsson, Guidetti, Johnsson (GR), Svensson, Helander, Hiljemark, Jansson, Rohdén, Durmaz, Kiese Thelin e Nordfeldt (GR).

Inglaterra - Pickford, Walker, Stones e Maguire; Trippier, Dele Alli, Henderson, Lingard e Ashley Young; Kane e Sterling.

Suplentes: Rose, Dier, Vardy, Butland (GR), Welbeck, Cahill, Jones, Delph, Rashford, Loftus-Cheeek, Alexander-Arnold e Pope (GR).

Jogos e resultados do dia:

Suécia - Inglaterra (0-2)

Rússia - Croácia (19.00)

Ler mais

Exclusivos

Premium

Anselmo Borges

Francisco ​​​​​​​em Pequim?

1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".