Bruno de Carvalho partilha foto de Rui Patrício: "o karma e a ingratidão são tramados"

Ex-presidente do Sporting partilhou fotografia do ex-guarda redes do clube com a sua filha mais velha no Facebook

"O karma e a ingratidão são tramados", escreveu Bruno de Carvalho, num post que fez na sua página de Facebook, em que partilhou uma fotografia antiga de Rui Patrício, ex-guarda-redes do Sporting, com a sua filha mais velha.

"Quem diria que o Rui Patrício conviveu com a minha filha Catarina tinha ela 7 anos e que das últimas coisas que fez, depois da Taça de Portugal, foi assinar sozinho a camisola dele para a Diana, de 3 anos, por ser o seu jogador favorito", escreveu o ex-presidente do Sporting na página que tem naquela rede social.

Bruno de Carvalho tem três filhas, Catarina, Diana e Leonor, que têm mães diferentes.

O ex-presidente sportinguista incompatibilizou-se com Rui Patrício, que acabou por deixar o clube, encontrando-se hoje em dia a jogar pelo Wolverhampton em Inglaterra.

Ler mais

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.