Exclusivo Telma Monteiro: "Acabei o Europeu com o pé e o pulso negros, uma unha arrancada e o ombro lesionado"

Há dias saiu dos Europeus de Judo de Lisboa com a medalha de ouro e algumas nódoas negras para mostrar o lado invisível do sucesso. A judoca do Benfica falou ao DN da importância das medalhas, dos recordes, do bronze no Rio 2016, que é espelho da carreira, e de Tóquio 2021.

Telma respira talento e confiança. O judo e o país agradecem-lhe. A conversa com a hexacampeã da Europa de judo, na categoria de -57 kg, andou muito à volta de medalhas, algo incontornável sendo ela recordista de conquistas a nível europeu e a terceira mais medalhada de sempre na história da modalidade. Tem 35 anos, não pensa no fim da carreira e não sabe se tem algum mérito na força mental que a caracteriza: "Já nasci assim, a vida fez-me assim."

Já deu para assimilar que é campeã da Europa de judo aos 35 anos e pela sexta vez?
A ainda vão ser precisos mais alguns dias para assimilar este feito, mas de dia para dia vou tendo mais perceção do que aconteceu. Durante os Europeus estava muito concentrada, mais preocupada em vencer e, depois, em apoiar os meu colegas. Foi algo muito especial. Já dá para saborear um pouco, mas ainda estou muito cansada...

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