"Sporting é clube de loucos e pavões anafados"

Pereira Cristóvão chama "tolo" a Eduardo Barroso e explica como montou - e o que é - o sistema de vigilância aos jogadores do Sporting.

Paulo Pereira Cristóvão abriu o livro e decidiu esclarecer a polémica em torno da rede de vigilância montada para 'espiar' os jogadores do Sporting. "Há uma coisa que assumo: ter montado uma rede de informação estática que nos permitia saber os comportamentos desviantes que poderiam colocar em causa os nossos ativos. Uma estrutura que permite alertar a toda a hora online comportamentos desviantes dos ativos é mau?", começou por dizer o ex-vice presidente dos leões, acusado de sete crimes alegadamente praticados, em entrevista ao semanário Expresso.

"Todos sabiam disso. O presidente, Luís Duque, Carlos Freitas, Pedro Sousa... Havia pessoas pagas para [fazer] isso", esclareceu, numa entrevista onde o antigo inspetor da PJ disse que o Sporting é "um clube com loucos e pavões anafados". As críticas foram desde os jornais desportivos aos 50 membros do Conselho Leonino, passando por toda a direção e pelos rivais, FC Porto e Benfica, mas Eduardo Barroso mereceu particular incidência.

"É um tolo, a quem chamo enfant térrible por educação. Está a tornar o clube alvo de chacota", criticou Pereira Cristóvão, ilustrando, em segu as dificuldades financeiras que se vive, por estes dias, em Alvalade. "A placa do 'Dia do Leão', que custou 3500 euros, veio de uma coleta entre elementos da direção e do José Maria Ricciardi porque não havia dinheiro", disse, prosseguindo.

"José Eduardo, ex-jogador do Sporting, o que tem a solução do futuro do clube, é fornecedor de catering do Sporting e se não receber os 50 mil euros da distribuição não há comida durante os jogos - é esse o sportinguismo dele", atirou.

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