Pedro Baltazar alienou participação na SAD leonina

Ex- administrador da SAD do Sporting deixou de ter acções

Pedro Baltazar  (e a Nova Expressão) deixou de ser accionista da SAD do Sporting. O ex-administrador da Sociedade leonina tinha acções desde o início (há 13 anos), mas alinenou a sua participação ao Sporting, de forma de viabilizar a restruturação financeira do clube.

COMUNICADO DA NOVA EXPRESSÃO:

A posição accionista da Nova Expressão SGPS no Sporting - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD foi integralmente alienada à Sporting, SGPS, S.A.  mediante uma acordo entre as duas partes estabelecido no âmbito da reestruturação financeira daquela Sociedade Desportiva.

Após 13 anos de investimento contínuo, a  Nova Expressão SGPS aceitou sair do capital da SAD unicamente para  viabilizar o projecto de reestruturação financeira do Sporting, em nome dos interesses do Clube. As menos valias que registamos são a demonstração do nosso sportinguismo.

Constatamos que fizemos uma má avaliação da possibilidade de, no actual contexto, poder vingar um projecto empresarial que seja uma base sólida de sustentação para vitórias desportivas. Temos a firme intenção de voltar a investir no Sporting no futuro, reafirmando a nossa profunda convicção de que as SADs devem ser dirigidas por quem de facto investe e está disponível a participar de forma relevante na sua estrutura accionista, seguindo os melhores modelos das sociedades desportivas europeias.

O acordo entre as partes foi rubricado a 3 de Dezembro e executa-se de acordo com o calendário definido nos termos dos mecanismos legais aplicáveis.

O total de acções detidas pela Nova Expressão SGPS era de 2.465.000 acções de categoria B, que representam 11,667% do capital social e dos direitos de voto daquela Sociedade.

A Nova Expressão deteve acções do Sporting - SAD desde o início desta sociedade, e, ao longo de 13 anos, foi aumentando a sua carteira dentro dos objectivos publicamente declarados pela Sporting SGPS, no sentido de incentivar o reforço da presença de investidores institucionais e da constituição de um núcleo accionista que se comprometesse a seguir os princípios básicos do Sporting Clube de Portugal e a agir sempre no respeito pelas decisões dos seus sócios.

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