Mesa da Assembleia Geral agredida com ovos

Daniel Sampaio, Luís Natário, Rui Morgado e João Sampaio foram atingidos por sócios que se preparavam para entrar na sessão de esclarecimento sobre a Assembleia Geral, marcada para dia 9, com o ponto único de destituir a direção de Godinho Lopes.

O vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting, Daniel Sampaio, e os restantes elementos da Mesa, foram esta tarde agredido, em Alvalade, durante a sessão de esclarecimento aos sócios do Sporting, às 19.00, sobre a realização da reunião magna extraordinária, pedida para destituir a direção, soube o DN junto de fonte da Mesa.

A PSP estava de prevenção no local e foi chamada a intervir, gerando-se a confusão e o confronto verbal entre associados. Alegadamente, haverá elementos afetos a claques do clube na sala onde decorria a sessão e terão sido eles os responsáveis pelo arremesso de ovos.

Primeiro, numa conferência de imprensa, Daniel Sampio deu a conhecer aos jornalistas a agenda de trabalhos agendada para a Assembleia Geral do próximo dia 9 de fevereiro, no Estádio de Alvalade, convidando-os depois a sair da sala, para darem lugar aos sócios do Sporting. Foi, então, que começaram os desacatos, levando os responsáveis do clube a chamar a Polícia (havia duas carrinhas de prevenção) para evitar que a situação de violência continuasse.

A PSP terá já identificado 15 de 70 elementos presentes no auditório do estádio de Alvalade. Passada quase uma hora da agressão os trabalhos foram retomados, por decisão de Daniel Sampaio, o principal visado, que não quis desistir.

Antes de dar início à sessão de esclarecimento a Mesa deu uma conferência de imprensa onde anunciou a marcação da AG, para dia 9 de fevereiro, no Estádio de Alvalade. Daniel Sampaio, líder em exercício, acusou, sem citar nomes, a direção do clube de pretender silenciar os sócios.

"Respeitaremos todas as decisões dos tribunais (em relação à providência cautelar imposta pelo Conselho Diretivo para a impugnação da AG de 9 de fevereiro) mas os sócios saberão distinguir quem os respeitou e os quis ouvir e todos que os pretenderam silenciar com recurso a tribunal", afirmou o vice da Mesa da AG aproveitou ainda para responder a acusações de que foi alvo, ao afirmar que não comprou claques nem fez um golpe estado institucional.

E lembrou que não foi a Mesa a convocar a AG: "Desde o início que a Mesa cumpriu com rigor os estatutos. Não foi a Mesa que convocou a AG, que fique claro. A Mesa apenas deu seguimento a um requerimento de sócios."

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