Loucura em Alvalade com Slimani, Adrien e Matheus Pereira

Capitão leonino viu o cartão amarelo na Liga e vai "descansar" (20.45, Sport TV), mas quer "casa cheia"

Já não dá para disfarçar. Depois da vitória, por 3-0, no dérbi da 8.ª jornada da Liga, que deu a liderança isolada aos leões, a euforia tomou conta dos adeptos leões. Pelo menos a avaliar pelas cerca de mil pessoas que ontem se deslocaram à Loja Verde, em Alvalade, para pedir autógrafos a Slimani, Adrien e Matheus Pereira.

Os três jogadores leoninos estiveram quase duas horas à disposição dos sportinguistas, que mais do que uma assinatura ou fotografia, queriam era dar os parabéns aos atletas pelo desempenho no dérbi principalmente e pedir o título. Mas Adrien, Slimani e Matheus também ouviram pedidos para que repetissem a "gracinha" do dérbi da Taça de Portugal, dia 21, em Alvalade.

O evento estava agendado para as 18.30, mas às 14.00 já havia pessoas a marcar lugar na fila para ter o privilégio dos primeiros autógrafos. Pouco depois formou-se uma multidão nas imediações do estádio, que recebeu os jogadores leoninos com aplausos e cânticos de apoio como se de um jogo se tratasse.

Slimani teve direito a adeptos argelinos, que não perderam a oportunidade de autografar a camisola da seleção da Argélia. E Adrien mostrou-se algo surpreso com tamanha manifestação de carinho. "Não tinha a perceção que viriam tantas pessoas. Sei que esperaram muitas horas e, até por isso, é muito importante para nós podermos retribuir da melhor forma todo o apoio que nos dão. Queremos fazê-lo com o maior carinho possível para poder satisfazer a vontade deles", confessou o capitão, sem referir o título.

Para o jovem Matheus Pereira foi "uma felicidade imensa" poder estar à disposição dos fãs leoninos: "Com esta chuva, não é qualquer um que sai de casa para se deslocar até aqui e fico muito contente com estas demonstrações de carinho."

No sábado o Sporting joga com o Estoril sem Adrien. O capitão viu o cartão amarelo na Liga e vai "descansar" (20.45, Sport TV), mas nem por isso deixa de querer "casa cheia" para apoiar os colegas.

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