Processos a antigos dirigentes: Couceiro pede bom senso

Antigo candidato à presidência frisa importância de haver alguma tranquilidade até fim da época

José Couceiro, antigo candidato à presidência do Sporting, sublinhou que é preciso "bom senso" na abordagem aos possíveis processos movidos a antigos dirigentes dos 'verde e brancos', salientando que o foco "tem de ser a equipa de futebol".

"Acho que neste momento é importante que haja alguma tranquilidade até ao final da época, há aqui questões que já o disse não estou completamente por dentro, mas também não concordo com determinado tipo de procedimentos. Penso que tem de haver aqui algum bom senso, algum equilíbrio e discutir as questões nos sítios certos e não em termos públicos", afirmou à margem do Fórum do treinador de futebol e futsal, que termina hoje, em Setúbal.

Apesar de pedir reserva neste tema, Couceiro vincou que as pessoas visadas no tema "se irão pronunciar".

"A seu tempo todos se irão pronunciar sobre estas questões. Ficar no ar a suspeição sobre pessoas que têm um percurso de seriedade, acho que têm de o esclarecer", disse.

Sobre o aspeto desportivo, Couceiro sublinhou que o campeonato está em aberto, colocando o Sporting como a equipa que "tem apresentado melhor qualidade".

"O campeonato está em aberto, o Sporting tem de pensar um jogo de cada vez, a estrelinha de campeão procura-se. Neste momento, acho que não vou exagerar ao dizer que, dos três 'grandes', o que tem apresentado melhor qualidade tem sido o Sporting. Tem de haver um equilíbrio, ainda falta muito tempo até ao fim do campeonato", concluiu

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.